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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Vale a pena investir


 Imagem: Publifolha
Alguns livros valem o investimento. Não há melhor fonte de consulta. Há um que sempre me acompanha nas pautas de saúde e é uma mão na roda para pais. A Saúde de Nossos Filhos é como uma enciclopédia, para consultas e mais consultas.  Da gravidez até a adolescência, há informações sobre os principais temas relacionados a todas as fases. De dicas básicas como a forma correta de medir a temperatura da criança e saber se é hora de ligar para o pediatra até assuntos mais complexos como emergências médicas ou a forma como os pequenos se relacionam com a família e os amigos. 
Para quem planeja ter filhos ou já os tem, esse é um livro que vale a pena.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Primeiro livro



No feriado do ano passado, minha irmã, meu pai e eu decidimos ir à rua 25 de Março, grande centro comercial da capital paulista, para comprar o que ainda faltava do enxoval da Sarah. Lá vi diversas coleções de livros, que continham um cd em que as histórias eram narradas. Não tive dúvidas. Comprei um sobre clássicos e outro sobre folclore. Outro dia, vi uma mulher vendendo outros livrinhos e comprei dois. Lembro que um era do ursinho Memel. As histórias são bem rápidas e os desenhos simples.

Uma amiga minha, Renata, que é jornalista e faz letras, disse que temos de ter atenção às traduções desses clássicos da literatura infantil. Porque entre uma tradução e outra, há grandes diferenças. Além disso, poucas editoras – infelizmente – tem cuidado com gramática e ortografia. Em vez de ser um momento único e de grande contribuição, nas primeiras leituras, a criança acaba aprendendo a escrever as palavras de forma errada. Já pedi para ela escrever um post sobre isso. Ela prometeu que vai fazer.

Na semana passada, entrei na livraria Saraiva do Shopping Santa Cruz e agora a literatura infantil tem um espaço só para ela. Foi a primeira vez que Sarah entrou numa livraria. Ficou fascinada pelas cores, sons, diversidade. Não sabia o que tocar, para onde olhar. Vimos, então, uma prateleira só com livros para ler no banho. Fáceis de pegar, com material macio, eles são ideias para pequenos da idade da Sá, que está com nove meses.

Pesquisei e decidi que usaria um vale de outra livraria para comprar esse livrinho. Neste outro lugar, não havia tantas opções, mas encontramos o “livro de banho” da Ariel, da Difusão Cultural do Livro. O texto diz que ela fingiria se casar com o príncipe Eric. Custou R$ 20. Sei que esse preço não é capaz de difundir nenhum livro, mas se puderem, comprem. Assim que entramos no carro, Sarah, da sua cadeirinha, pisou, olhou todas as figuras, me mostrou. Ficou feliz da vida nos próximos 20 minutos. Um ótimo começo para a biblioteca dela!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Lição de vida


Aproveitamos para comemorar meu aniversário e o Dia das Mães. A Sarah e o Gilson me deram um porta-retrato com a foto da Sá e dizendo o que significava para ela. Meus olhos ficaram marejados. É inacreditável como o Gil sempre pensa nos detalhes delicados. Não digo que esse foi o meu primeiro dia das mães porque no ano passado ela já estava comigo. Mas foi o primeiro com o abraço, o cheiro, o beijinho, os sons dela.

Neste fim de semana, comecei a ler um livro que me fez pensar em muitas coisas. A leitura é rápida, embora o tema seja forte. Uma verdadeira lição de vida. Trata-se de Tantos dias: Memórias de uma luta pela vida (ed. Globo), relato do jornalista Marco Uchôa que lutou durante alguns anos contra o câncer, e da também jornalista Anna Costa, sua esposa, que deu seu olhar bem particular sobre tudo que a família enfrentou durante esse tempo.

Infelizmente, Marco não está mais por aqui, mas deixa sua marca, sua grande contribuição e olhar sobre a vida. O casal conta como fez para tornar a vida mais leve, mesmo diante de tanta dificuldade. A Rê Rossi ajudou a transcrever os escritos de Marco. Só para vocês terem uma ideia, vou contar brevemente uma das histórias. Quando Marco perdeu os fios de cabelo, momento do ápice do tratamento e marcado por sua intensidade, ele e Anna decidiram comprar uma peruca black power para mostrarem ao filho deles, então com seis anos, o lado divertido e descontraído da vida. O que poderia ser triste foi transformado em grandes risadas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Sobre o sedentarismo

Imagem: http://www.iped.com.br/sie/uploads/13319.jpg



Até os 15 anos, joguei futebol. Participava dos treinos da escola e não sabia o que era ficar sem praticar esportes. Mas tive um problema no joelho e deixei de lado essas habilidades. Ao operar o joelho, já com 20 anos, fiz a fisioterapia, hidroterapia e prometi que quando acabasse a faculdade voltaria a me exercitar. Não passou de promessa. Ensaiei o retorno numa aula de yoga, mas ficou só na fase do planejamento.



Certa vez perguntei ao dr. Bruno, meu obstetra, se poderia praticar esportes. E ele disse que como era sedentária, não poderia me tornar uma atleta neste momento. Mas ressaltou que as caminhadas ou a hidroginástica poderiam entrar no repertório. No final, continuei com a minha preguiça para as atividades físicas. Quando vou para a praia, entro numa caminhada tranquila, olhando a paisagem, e realmente faz um bem sem igual.



Há um livro muito interessante com um capítulo rico sobre esportes. Trata-se do “O que esperar enquanto você está esperando”, escrito por Heidi Murkoff, Sandee Hathaway e Arlente Eisenberg (editora Record). As autoras focaram nos benefícios e problemas que podemos encontrar em cada prática esportiva. Para quem já é acostumado a praticar atividades físicas, é maravilhoso continuar. As vantagens são enormes. Isso tudo sempre com orientações do médico.